terça-feira, 28 de maio de 2013

Será mesmo que não há solução?

Será mesmo que não há solução?


     Desde há muito tempo problemas como acesso a água potável, fome e miséria assolam diversas regiões do planeta. Seriam problemas com soluções práticas e de certa forma, de fácil solução. Mas o que realmente interessa para aqueles que detém dinheiro e poder e que poderiam fazer algo para mudar muitos dos cenários existentes, é acumular mais dinheiro e poder sem se preocupar com aqueles que realmente necessitam. Será mesmo que não seria possível acabar com TODOS os problemas que temos hoje?

World’s 100 richest could end global poverty 4 times over

     Para quem ainda acha que não existem soluções para os diversos problemas no mundo, eis um excelente exemplo:



   Benito Muros conseguiu desenvolver uma lâmpada com uma vida útil extremamente longa, mas como isso acabaria com o faturamento/lucro das empresas fabricantes de lâmpadas vagabundas que não duram mais de 1000 horas, é claro que pode acontecer de tudo, até mesmo ameaças de morte. Mesmo Nikola Tesla, há 100 anos atrás foi alvo daqueles que não tem o menor interesse no avanço da humanidade de forma global. Quando trabalhou em um sistema de torres que poderiam captar e transmitir eletricidade de forma gratuita teve seu trabalho desacreditado e seu financiamento cortado por aqueles que se sentiram ameaçados pelo seu trabalho, ou seja, aqueles que obtinham lucro com a geração e comercialização de energia elétrica oriundas de outras fontes (petróleo). 

   Mas não é apenas em relação a energia elétrica ou lâmpadas que isso acontece. Praticamente TODOS nossos bens de consumo são planejados para  terem uma vida útil curtíssima para que sejam descartados e você compre um novo produto sem uma necessidade real. Para quem quiser saber mais, recomendo que assistam o documentário abaixo (A História Secreta da Obsolescência Programada): 





   Infelizmente, a única coisa que interessa no mundo é o dinheiro! Apenas quando as pessoas deixarem de se preocupar tanto com o TER e em si próprias e começarem a pensar mais no SER e na humanidade, é que talvez a raça humana possa ter alguma esperança de prosperar plenamente neste planeta.

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